Círculo de Fogo

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Há gêneros, especialmente no cinema e derivações como seriados atuados ou animados que têm seu apelo próprio e regras próprias, além de fãs próprios e de toda uma mística particular: um deles é o de robôs gigantes e monstros. Geralmente são produções B,  que vêm desde o japonês Godzilla a outras variações orientais, como os milhares de tokusatsus, passando por tradições ocidentalizadas como Transformers (mais a linha original Hasbro de muitos anos atrás e menos a série cinematográfica de Michael Bay). Temos Macross e Robô Gigante e milhares de outros exemplos em nossa cultura, que cativam desde a infância e seguem pela vida.

Agora imaginem uma superprodução hollywoodiana sobre robôs gigantes enfrentando monstros. COMO poderia ficar ruim?

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Fúria de Titãs 2

A coisa número zero a se falar sobre esse filme é a seguinte: esqueça a mitologia grega. Esqueça mesmo, considere a trama como um fanfiction que pegou emprestado os nomes dos personagens mitológicos, um pouco de suas características e colocou tudo num universo paralelo. Esqueceu a mitologia? Agora aproveite e esqueça a história também (“rainha da Grécia” naquele contexto é algo que não faz sentido nenhum).

O próximo ponto fundamental é relembrar se tratar de uma sequência. O primeiro Fúria de Titãs era um remake do clássico original de 1980, atualizado e com muitos monstros. Ouvi alguém dizer que se tratava um pouco da falta de coragem do estúdio de fazer um filme sobre o videogame God of War – e isso fica ainda mais claro no segundo filme, cujo tom/inspiração em God of War fica mais evidente.

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