O Primo Basílio – Eça de Queirós

o-primo-basilio-capaJá mencionei em outras ocasiões que perdemos muito mais do que ganhamos com preconceitos literários. Uma torcida de nariz e lá se vai a oportunidade de ler obras brilhantes, que seriam muito divertidas e instrutivas, mas que nos recusamos a ler por… bobagens.

A resenha de hoje é de um livro que já vem acompanhado da pecha de “livro obrigatório do vestibular”, “livro antigo”, “livro chato” e vários outros adjetivos pouco lisonjeiros. Mas para quem se dispuser a deixar de lado os preconceitos, temos uma história bem instigante e interessante.

(mas concordo que a obrigatoriedade de certas leituras, ainda mais em idades em que muitas vezes a temática pode não ser tão interessante, tira muito a magia da coisa. Pessoalmente, não tive esse problema – lembro-me de ter lido Senhora para o colégio e ADOREI o livro, mesmo na época. Aliás, o único livro realmente muito muito chato que (não) li (porque era um saco) para o vestibular foi um romance contemporâneo… Só não devemos virar reféns disso. Tenho muitas respostas positivas de pessoas que releram os romances depois da escola e descobriram que eles, na verdade, eram muito bons. Não dá para descartar todos os “livros antigos”, “livros curriculares” apenas por esse único e exato motivo).

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Caim – José Saramago

caim-capa(Atenção: essa é a resenha de uma obra literária que será tomada pelo universo dessa obra. Não é uma discussão teológica/religiosa, já que cada um acredita naquilo que mais lhe convém e tentar provar que outra pessoa está certa ou errada nesses aspectos ou vai para o rumo da inutilidade ou da briga. Portanto, se tiver algum comentário sobre religião que vai além do que o autor traz ou se é sensível com material de cunho religioso, pode clicar no link “lista de posts” ao lado e divertir-se com alguma postagem de potencial menos polêmico).

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