O Aprendiz de Assassino – Robin Hobb

capa-aprendizFalamos muito daquela fantasia top que está na boca do povo, seja por causa de um eventual filme ou minissérie, seja porque vem associado a uma grande campanha de marketing ou atrelada a um grande nome.  Mas existem várias obras que, se não estão fora do radar, fazem parte de um “lado B” menos pop, mas conhecidos pelos leitores e sempre relacionados quando se perguntam sobre boas obras. Um desses casos é a Saga dos Visionários, de Robin Hobb, que saiu recentemente traduzida em português.

Robin Hobb, esta, que é uma mulher de pseudônimo “neutro” utilizado para, quem sabe, burlar o estranhamento de uma autora escrevendo para um público mais neutro (o que dá um longo assunto cheio de pano para manga que não trataremos por agora), nos traz a história de Fitz, fruto da relação ilegítima do herdeiro dos Seis Ducados com uma camponesa, largado por seu avô materno para que a família de seu pai de livre dele. Só que o garoto é uma peça importantíssima para qualquer pretensões políticas – é um herdeiro, ainda que ilegítimo, que nas mãos erradas pode ser uma grande ameaça ao status quo. E que ameaça – o rei Sagaz casou-se duas vezes e possui filhos dos dois casamentos, ou seja, sua própria casa já possui sozinha um grande potencial de divisão.

O menino, então, é criado como um bichinho selvagem por Bronco, o mestre dos estábulos, mas logo percebem que o garoto pode ser muito, muito mais útil se participar dos jogos de poder.

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