Dr. Who ou Como não odiar uma série pelos seus fãs

whodunnitA diferença de “fã” para “fanático” é de apenas um sufixo, coisa que fica evidente em qualquer busca de dois minutos pela internet.

 Lógico que é natural que fãs de determinadas obras, sejam livros, jogos, quadrinhos, seriados de TV; bandas e artistas se reúnam na internet. E, muitas vezes, não ficam satisfeitos se não espalham aos quatro ventos todas as qualidades (reais e imaginárias) de sua obra predileta. O tal do “fandom”.

 E, vamos combinar: fandom, para quem tá fora dele, é um negócio muito chato. Pessoas reunidas para falarem como aquela é a obra-prima revolucionária da humanidade, como cada detalhe é genial e perfeito e como todas as outras pessoas deveriam ouvir a Palavra. E se você não gosta e nem se converte, é como uma agressão pessoal ao fã, é como se o desgosto fosse contra aquela pessoa – quando nunca é, e lá se vem defesas irracionais. Para não falar de rivalidade de fandoms: se você gosta de A, não pode gostar de B de jeito nenhum. Ou gosta dos Backstreet Boys ou do ‘N Sync, ou do Tolkien ou do Martin, ou Marvel ou DC e por aí afora. Ou seja, uma chatice muito, muito grande. Que, ao invés de trazer mais fãs, acaba afastando.

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