Olimpíadas de Londres 2012 – Uma breve reflexão

Sou viciada em olimpíadas, dessas pessoas que param a vida pela oportunidade de acompanhar as modalidades (já até combinei o tempo de recuperação de uma cirurgia com os Jogos para assistir a tudo com mais calma). Aliás, adoro esportes em geral, acompanho várias modalidades com prazer imenso o ano inteiro. Educação Física foi uma ideia até cogitada a sério como curso por algum tempo, mas logo abandonada porque minha prática não é lá grandes coisas (e na vida há paixões e habilidades um pouco maiores).

Mas poucas coisas na vida tem um apelo maior do que o esporte, como a humanidade desde os tempos antigos já reconheceram. Qualquer um que já tenha praticado algum esporte individual sabe o que é o duelo consigo mesmo e a auto-superação, a alegria de forçar o limite e saber que ele é mais extenso do que se imagina. Da mesma forma o esporte coletivo: fazer o seu máximo e conhecer o máximo do outro, fora o sentir-se parte de algo. Isso para nem falar da diversão, coisa que qualquer peladeiro de final de semana poderá afirmar. O esporte tem um papel muito importante na saúde física e mental do indivíduo (óbvio que a grande maioria das pessoas não será atleta de alto rendimento), quando praticado, e esse desafio ao próprio limite, além de provocar certa projeção de quem torce (o torcedor se projeta no time, a vitória do time é a do torcedor, mesmo que em seu sofá e cerveja).

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