Game of Thrones: Episódio 35 – First of His Name

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Crime ocorre, nada acontece, feijoada. Um resumo do presente episódio em cinco palavras.

Tá, tudo bem, não foi ASSIM também, mas… Sei lá, nem tenho muito o que dizer.

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Game of Thrones – Episódio 34: Oathkeeper

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Já está chegando o dia do próximo episódio e essa resenha ainda não saiu? Já passou o próximo episódio e essa resenha ainda não saiu? Como assim? Já fui mais eficiente no passado…

Dessa vez não tivemos nenhuma polêmica*, aliás, foi um dos episódios mais interessantes da série em suas quatro temporadas (talvez pelo desvio do livro), poucas vezes estive tão ansiosa pelo próximo episódio e seus desdobramentos! Então vamos falar do que é interessante!

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Game of Thrones – Episódio 33: Breaker of Chains

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Na verdade nem estou muito a fim de comentar o episódio, basta dizer que é um pouco de sossego depois de uma estreia de ritmo fortíssimo. Agora é preciso um pouco de conversa e outro tanto de exposição para seguirmos em frente pela temporada e tivemos isso de sobra nesse episódio: gente conversando, conversando, Mole Town apresentad para quando for relevante lá para frente não parecer tirada da manga, etc.

Mas queria umas duas palavrinhas sobre a polêmica da semana.

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Game of Thrones – Episódio 32: The Lion and The Rose

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Casamentos em Westeros são eventos imperdíveis, de matar, mesmo. Ser colunista social por lá deve ser ainda mais perigoso do que postulante ao Trono de Ferro.

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Game of Thrones – Episódio 31: Two Swords

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Então estamos de volta com a quarta temporada de Game of Thrones! Depois de um longo ano de espera e especulações, nossos personagens prediletos voltam à tela, desta vez para a adaptação do equivalente à segunda metade do terceiro livro, A Tormenta de Espadas, depois de um fim de temporada arrebatador.

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Convergente – Veronica Roth

convergente-capaA melhor coisa a fazer quando você se angustia por não terminar nenhum livro de jeito nenhum é pegar um que você sabe que a leitura flui fácil. É tiro e queda: você lê rapidinho e fim, livro lido! Claro que acho muito complicada a obrigação de ler – se lazer vira obrigação, deixou de ser diversão para ser outra coisa. Então, se não tenho blog patrocinado, se não trabalho no processo editorial como um todo, melhor fazer as coisas no meu ritmo e jeito – afinal, por que procurar stress numa atividade que deveria ter o efeito contrário? (e se escrevo isso aqui é que vejo tanta gente, entre amigos e conhecidos, falando que “precisam” ler livros, que leram pouco durante o ano, etc – e confesso que já fui um pouco assim também – que não custa relembrar isso. Não é uma competição. Não deveria ser, ao menos).

Convergente era um livro que servia bem a esse propósito: leitura rápida, já tinha lido os dois outros volumes (e apesar de não ter gostado do segundo confesso que a autora deixava um bom cliffhanger) e ouvi rumores que a autora tinha tomado uma medida bem ousada no livro. Fiquei curiosa e fui conferir, milagrosamente não muito tempo depois do lançamento.

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Ela

ela-filmeUm dos maiores paradoxos da modernidade é que, apesar de termos inúmeros gadgets, conexões e artefatos que eliminam as distâncias, estamos cada vez mais solitários. Vamos para o trabalho (e hoje qual profissão não precisa de um computador para executar as atividades?), chegamos em casa, nos atualizamos das notícias e jogamos videogame antes de dormirmos e começarmos tudo de novo – e isso tudo com poucas interações sociais pelo caminho.

Theodore, o protagonista do filme, é um homem solitário ainda não recuperado do recente divórcio com a mulher que conhecia desde a infância. Apesar dele ter amigos, conhecidos, um chefe legal com quem tem um bom relacionamento (e com quem aparece interagindo ao longo de todo o filme) e até mesmo encontros românticos, internamente é uma pessoa solitária, que interage mais com eletrônicos ou pela internet com desconhecidos para tentar preencher o vazio interno. Até o dia em que descobre um novo sistema operacional, Samantha, última tecnologia, programada para reagir à personalidade de seu dono e para aprender e evoluir. Eventualmente, Theo acabará se apaixonando pela voz em seu telefone.

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Uma trágica história sobre telefonia

telefoneBom, isso não tem muito a ver com o tema do blog, mas tem a ver, e bastante, com a manutenção dele. E muito, muito a ver com a vida cotidiana de todo dia. Já vou contar o final do texto: perdi a esperança de bons serviços, só me sinto feita de otária, independente de minha decisão final.

Como vocês sabem, ou não, em novembro me mudei de cidade. Uma das primeiras providências, logo que definida a locação do meu apartamento, foi a instalação de alguns serviços básicos: telefone, internet, TV a cabo caso achasse um bom preço.

Depois de alguma pesquisa, resolvi contratar os serviços da Oi. Para mim, vantajoso: o pacote econômico da Oi TV é realmente o melhor da categoria (ou ao menos tem os canais que mais assisto), meus pais são assinantes Oi e poderia fazer as ligações interurbanas de graça, tudo completamente win-win. Não fosse um único detalhe.

A TV foi instalada em até menos de 5 dias, mas eu mal poderia imaginar que o início do meu martírio seria ouvir “o prazo de instalação do telefone é de 20 dias”. Pensei que era um prazo grande, porém razoável, e em 28 de novembro de 2013 passei a esperar por dali a 2o dias.

Eles passaram, vieram, viajei para as festas de fim de ano e, ao voltar, nada do telefone. Depois de inúmeras ligações para o SAC e quando já me preparava para tomar as medidas cabíveis, em 17 de janeiro instalaram meu telefone fixo. O técnico disse que abriria um novo pedido e em 5 dias úteis minha internet estaria instalada.

Pois bem. Hoje é dia 11 de fevereiro e aguardo ansiosamente os 5 dias úteis se passarem.

Nesse meio-tempo, perdi a conta das vezes que liguei para o SAC para ter a mesma resposta: “não temos previsão pois estamos com um problema nos técnicos de sua região” (gostaria de saber onde o problema é meu se estão com problemas com o pessoal autorizado, mas enfim). Até que me irritei de verdade, resolvi ver o preço de outras operadoras (spoiler: para assinar a internet avulsa, o preço é muito mais caro). E ligando inúmeras vezes para o SAC, e resolvi reclamar no twitter também (onde anotaram mais uma ordem de serviço).

Segunda-feira, recebo uma ligação da ouvidoria da Oi para confirmar o cancelamento da minha solicitação (com o perdão do trocadilho, oi??????????)

Falei que se forem instalar em breve, não tenho interesse em cancelar, mas se não forem instalar nunca quero o cancelamento da internet e também do telefone, para que possa fazer a portabilidade para outra empresa.

Mas dane-se, né? O que é uma cliente perto dos milhões recebidos anualmente? Quem se importa que ela está sem internet há quatro meses, morando longe da família e dos amigos? Quem se importa que ela não tenha salário de marajá para mandar a empresa pastar e assinar a banda larga de 160 reais (apesar de que, confesso, a tentação está muita)? Me sinto feita de otária, confiando numa empresa que não demonstra o menor respeito para com seu cliente – quem liga, né, estão lucrando os tubos…

Enfim, é difícil tentar ser consumidora quando se nem o mínimo a empresa é capaz de prestar. E, aliás, se não são capazes de instalar (e vejo todas as horas vanzinhas da Net e da GVT passando por aí, que coisa, eles não estão sofrendo problemas com “chuvas” há dois meses…), por que não avisam logo, cancelem meu contrato sem custos e me liberem para procurar uma empresa que me respeite?

Edit: estava tão irritada que liguei para GVT no dia seguinte ao post e contratei a internet de lá. Que foi instalada em menos de 48 horas. É, parece que nem toda a cidade sofre de problemas horríveis causados por chuvas inexistentes…

O Amor de Uma Boa Mulher – Alice Munro

amor-boa-mulherEntão chegamos ao prêmio literário de maior prestígio do mundo, o Nobel. O franco favorito a ser contemplado em 2013, o nigeriano Chinua Achebe, faleceu no começo do ano – e como não há premiação póstuma, deixou seu posto em aberto (só para comentar, já li um dos livros do autor, chamado A Flecha de Deus – que, de certa forma, se assemelha ao livro de hoje, naquilo que traz o recorte do cotidiano de uma família e comunidade numa Nigéria que passa por um imenso choque cultural). Assim sendo, não havia favoritos ou nomes certos e uma grande indagação no ar: quem será o contemplado?

A grande torcida das bolsas de apostas (e também deste blog) era pelo japonês Haruki Murakami, mas a decepção foi generalizada no dia do anúncio do prêmio, que contemplou a canadense Alice Munro. A obra da autora, contista (num mundo de romancistas, um raro dom), intimamente ligada ao cotidiano e vida das mulheres canadenses nas décadas centrais do século XX. Claro que fiquei insatisfeita porque meu candidato preferido não havia ganhado, mas a temática da autora me despertou alguma curiosidade, além de que, querendo ou não, havendo justiça ou não, o Nobel é a maior chancela que um autor pode ter por sua obra.

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Frozen: Uma Aventura Congelante – Disney

frozenProvavelmente (já que não me lembro da primeira vez, já que tenho uma lembrança remota que comprova a teoria, mas não sei se houve um “antes”) o primeiro filme que vi no cinema foi um dos grandes clássicos Disney. Ou melhor, indo mais longe na lembrança: A Bela e A Fera (no cinema onde hoje é o Sesc Palladium, em Belo Horizonte, pra ser mais exata). Tive a sorte de ter crescido na era de ouro do final de 1980-início de 1990, onde, por cerca de dez anos, uma obra-prima Disney atrás da outra eram lançadas. O mês julho era esperado com ansiedade (não apenas para meus dias de férias com minha avó – que incluiam, é claro, pelo menos uma ida ao cinema), já que era a data da próxima animação.

Os anos foram se passando, veio um período bem ruim para o estúdio: filmes ruins, problemas financeiros e a hegemonia abalada pela concorrência, como a revolucionária Pixar – ainda que pertença ao estúdio – , a descoberta ocidental de Hayao Miyazaki (um dos maiores mestres da arte da animação) e mesmo os grandes estúdios de cinema se mexendo e aprimorando suas próprias técnicas, como a Dreamworks. Mas, como num conto de fadas, a Disney reergueu-se, vem na sequência de bons filmes (ainda que não sejam mais apresentados em julho) e voltou a ter o prestígio de outrora (ainda que com alguns escorregões desnecessários, mas já chegamos lá).

Então não deixa de ser uma grande alegria dar de cara com A Animação do Ano que tem todo o jeito dos melhores filmes dos saudosos anos 90, de ter vindo na esteira de grandes sucessos como o próprio A Bela e a Fera, Alladin e O Rei Leão (que, há quem diga, é a animação da Disney absoluta). Mas… bom, os tempos são outros 😉

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