Valhalla

chapecoenseO Valhalla é um dos paraísos do panteão nórdico, onde o guerreiros valorosos mortos em batalha poderiam divertir-se para sempre sobre as bênçãos de Odin, num eterno banquete com todas as diversões possíveis.

Hoje sonho com um Valhalla verde. Verde e branco. Com os cantos da torcida, o grito de gol, a alegria da bola rolando e toda a emoção de um vestiário em festa. Um estádio eternamente lotado, a glória perpétua, a alegria da conquista estampada no rosto.

Só há um jeito de ser jovem para sempre. Só há uma forma de ser jovem para sempre.

E dói em quem fica, obrigados a conviver com a perda, a saudade e a passagem do tempo. Talvez o pesado legado de assistir a passagem dos dias.

A quem parte, os campos eternos, onde já não existe dor.

E na dor, juntos quem ficou, nos abraçamos na mais profunda e sincera solidariedade. Às alegrias que nos deram, por nos ter feito acreditar em que tudo era possível, que qualquer um pode triunfar.

The Crown

the-crownNão se pode negar o glamour que a realeza traz. Sejam os príncipes e princesas cheios de luxo e poder dos contos de fadas ou as excentricidades trazidas pela coluna social mais próxima, há forte apelo nos reis, rainhas, príncipes e princesas reais e imaginários. Mas tirando o luxo, glamour, pompa, circunstância, dinheiro e completa perda da normalidade por viver integralmente sob os holofotes, o que há por trás de um reinado?
E quando se trata da família real que talvez seja a mais popular do mundo, herdeiros daquele que já foi o maior império do mundo?
A série The Crown traz essa pergunta como pano de fundo.

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