Game of Thrones: Episódio 14 – Garden of Bones

A título de curiosidade, dando uma olhadinha rápida, a adaptação já passou de metade do livro. Claro que muita coisa foi resumida, como já comentamos antes, mas muitas cenas também foram adicionadas. Vamos lá.

  • Talvez para um não-leitor as coisas tenham ficado confusas aqui. Foram muitas linhas narrativas alternadas, um pedacinho para cada, quase um clipezinho para cada. Também é aquele momento da história andar para todo mundo (e de algumas mudanças interessantes serem feitas).
  • Vamos às polêmicas: a cena do Joffrey. Achei coerente com o envelhecimento do personagem, como ele tem lá seus 15 ou 16 anos na série está na hora que os hormônios começam a subir, né. Mas a sequência da cena foi desnecessariamente Psicopata Americano (toda a ideia de prostitutas sendo torturadas pra agradar um playboyzinho de merda e tals). Sério, a associação de ideias foi instantânea. Preferia que gastassem o tempo para qualquer outro personagem, sei lá.
  • Harrenhall exatamente como estava na minha cabeça. Exatinho, sem tirar nem pôr. Quanto a Quarth, acho que nunca tive uma opinião formada (e temos de ver o interior da cidade ainda, então…). E no seriado ao menos pra mim começou mais cedo do que nos livros a parte em que você torce pra história da Dany acabar logo e voltarmos pros outros personagens =/
  • O Littlefinger dando os ossos do Ned para Catelyn é uma sacada DE MESTRE para uma mudança de roteiro que deve ocorrer um pouco mais pra frente na história. Não dá pra dar spoilers aqui ainda, se acontecer o que acho que vai acontecer, volto pra falar, mas só pensei “bingo” na hora…
  • Falando nisso, deu pra fazer um bom resumo da chegada da Arya a Harrenhall. Claro que vários detalhes cortados, mas dá para perceber exatamente onde ela foi se meter. A única coisa que achei que ficou meio tosca foi a chegada triunfal de Tywyn Lannister no exato momento em que se iniciava a tortura de Gendry, ficou uma direção e transposição de cenas bem óbvias e daqueles filmes bem tosquinhos. A esperar.
  • Robb conhece uma desconhecida trabalhando como enfermeira no campo de batalha, que o questiona sobre a guerra e o que ela representa. Também aguardemos como essa personagem vai se desenvolver.
  • Por fim, a cena final. O nascimento do bebê sombra ao vivo, a cores é tão assustador quanto no livro, se é que a representação gráfica ainda não é mais. A cena gerou protestos da minha mãe, não-leitora: “eu me senti enganada no fim do episódio, o que era aquela mulher parindo aquela coisa nojenta e escura?”. Assim, eu li o livro, mas concordo com o ponto de vista de quem não leu, é um choque de fantasia que, ao contrário dos dragões, veio sem pistas. Mas toda a sequência ficou bem no climão filme de terror, e isso foi legal.

Até a próxima!

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