Resultado – Promoção Conn Iggulden!

Oi, pessoal!

Realizei o sorteio do livro Os Portões de Roma, conforme combinado. Atribuí a cada um de vcs um número, de acordo com a ordem dos comentários e contando só os válidos. Deu um trabalhão pra organizar, pois alguns saíram da ordem, então tive de colocar tudo em ordem cronológica, como vocês podem ver aqui. E só contei um comentário por pessoa.

O sorteio está AQUI.

E o vencedor foi o José Roberto Vieira! Vou mandar e-mail pedindo seus dados, se não houver resposta até segunda-feira sorteio de novo!

Assim encerramos com sucesso nossa primeira promoção em parceria com a Editora Record! Aguardem que teremos mais depois e continuem seguindo o blog!

Até a próxima!

(p.s.: Alguém conhece alguma daquelas caixinhas de fazer sorteio que seja gratuita?)

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A Guerra dos Tronos – Tradução, lançamento e crítica

OBSERVAÇÃO IMPORTANTÍSSIMA: Se você está atrás de uma resenha, clique aqui e aqui e aqui. O seguinte post traz críticas à EDIÇÃO do livro no Brasil. 🙂

Então, gente, como já disse antes A Song of Ice and Fire (ou Crônicas de Gelo e Fogo, na tradução), vai sair no Brasil. E mais do que isso, A Guerra de Tronos (tradução não-literal de A Game of Thrones) vai sair no Brasil agora no comecinho de setembro!

A capa da edição brasileira é simplesmente linda!

Só que… bom, agora vem a parte chata, nem tudo são flores.

O Omelete divulgou um dia desses com exclusividade os três primeiros capítulos da série em português (cliquem no link para conferir) e fui tocada por espanto e decepção.

Primeiramente, eu não queria escrever esse post. Ainda tenho a esperança de ter sido tudo um engano, de que quando eu pegar o livro e folhear, o problema tenha sido sanado… Mas sinceramente, qual a chance disso acontecer?

Segundo: meu pai tem um conceito bem interessante, o de lambança. Para ele, uma lambança é uma atividade que não é mais do que obrigação daquele que oferece o serviço e que poderia ser perfeitamente executada sem maiores dificuldades ou custos, mas não é ou por preguiça, ou por má vontade, ou por falta de comprometimento.

E a única palavra que eu tenho para descrever a tradução da LeYa é essa: lambança.

A base da tradução foi aquela realizada por Jorge Candeias para a editora portuguesa Saída de Emergência, que publicou a obra lá do outro lado do Atlântico. A tradução per se é excelente – é quase uma transposição do inglês para o português, fora que os nomes e amálgamas de difícil tradução foram enfrentados e vencidos. Eu poderia fazer uma crítica ou outra, mas só de detalhes bobos ou pontuais que não alteram em nada a compreensão da obra e a qualidade do trabalho.

E uma tradução excelente para o público luso, mas que não serve para o brasileiro. E é aí que entra a GRANDE lambança da LeYa.

Acordos ortográficos à parte, não tem como reduzir a língua falada no Brasil e em Portugal a um denominador comum. Já li bastante livros técnicos em português – a linguagem crua e formal, neste caso, não altera em nada a compreensão do texto. Mas quando entramos no contexto de narrativa e principalmente no de linguagem informal, as coisas começam a complicar. Já cansei de esbarrar com portugueses em redes sociais, que se esforçavam para “abrasileirar” o vocabulário e expressões para serem melhor compreendidos, assim como de precisar de um pouco de esforço para compreender textos informais vindos do outro lado do oceano.

E é por isso que uma obra ficcional fluida pode ter uma única tradução portuguesa, mas deverá ser adaptada para seu português específico.

E isso foi o que a LeYa NÃO fez.

A adaptação, no caso, foi passar as frases da segunda pessoa para a terceira, alterar os acentos de algumas palavras (“crónicas” para “crônicas”, por exemplo) e a grafia de outras (papoilas para papoulas) e está feito. Nada que um dia de trabalho usando o substituidor do Word não fizesse. Por que não fazer a adaptação integral do texto? O resultado é um texto que ainda está em português lusitano – e, consequentemente, que traz um formalismo totalmente alienígena à obra original.

(e isso porque nem mencionei pérolas como a “Ilha das Caras” (custa trocar por “Ilha das Faces” e evitar qualquer semelhança com a Ilha de Caras?) ou “o inverno está a chegar” (não está gramaticalmente errado, mas isso não é português brasileiro))

“Ah, mas isso é um problema tão grave assim?”. É sim.

O texto original é muito fluido e dinâmico. É mais formal do que o Gaiman (claro, gírias num romance pseudo-medieval estariam totalmente fora de lugar) e o vocabulário e escolha lexical são mais ricos do que a maioria dos romances young adult que dei uma passada de olhos – mas as palavras e expressões são simples e objetivas, ao contrário do Gleen Cook, por exemplo. O Martin não tenta emular uma “escrita antiga” (apesar de inserir palavras inusuais que dão a impressão de “passado”, mas não construções frasais inteiras que tentam soar a inglês arcaico), que é o que soa lendo o texto da maneira que está, mas sim contemporânea (na medida do possível para não descaracterizar, até tinha uma discussão num fórum gringo pelo fato dele utilizar a palavra “pants” e não “trousers”, que traria uma formalidade maior). E com essa tradução sem adaptação, isso se perdeu.

A falta de adaptação matou o espírito dinâmico da obra. Se o texto tivesse sido concebido como formal e para soar como inglês arcaico, tudo bem, mas não foi.

E isso é lambança, não tem outro nome. Os custos operacionais seriam tão grandes assim para o texto não ter sido adaptado? Creio que não, ainda mais sabendo que o lucro num mercado em ascensão e onde obras de fantasia começam a figurar na lista dos mais vendidos. Custava ter carinho e cuidado mínimos com o público consumidor e com a obra a ser traduzida/adaptada, ou qualquer coisa vende com o marketing adequado e que se dane a qualidade?

Estava muito empolgada com o lançamento. Empolgada mesmo. É uma das minhas sagas literárias prediletas, é um livro que acho que deve ser lido por qualquer um que deseja conhecer o que se produz de fantasia contemporânea, que queira estudar construção de mundo, personagens e história – e é uma diversão e tanto. É um livro que já cansei de recomendar aqui no blog, nas redes sociais internet afora e no boca-a-boca para meus amigos e familiares. Vi a capa, achei maravilhosa, fiquei feliz em saber que teria esse lindo livrinho em minha estante… Mas vi os primeiros capítulos no omelete e toda a expectativa se converteu em decepção.

“Nossa, Carol, mas o que você tem com isso?”. Livros preferidos para mim são como amigos queridos – e quem gosta de ver um amigo querido maltratado? Quem recomendaria um livro que teve sua característica original modificada para os amigos, sabendo que eles não terão a mesma experiência de leitura que você teve? E como ficar quieta quando trabalho com conscientização de consumidores nas horas vagas?

Leitores são consumidores e, como tal, merecem todo o respeito dos autores, editoras e livrarias e eu não me senti respeitada como consumidora neste caso. Eu iria comprar um exemplar para mim ^^ e vários outros para presentear amigos e familiares. Agora? Não sei mais.

E para você, leitor do meu blog, fica o recado: o livro vai sair em português, o preço tá bom, a capa tá bonita, ainda é um must read. Mas se você sabe ler em inglês ou espanhol, o preço do pocket importado não é caro (tá aproximadamente 20 reais na Cultura – e além de lá, você acha em qualquer livraria grande, como a Leitura ou a Saraiva) e você pode ler no original ou em uma tradução próxima do clima que o autor quis passar.

E com isso também, quero que a LeYa, quem sabe, tenha um pouco mais de consideração com seus leitores e com a tradução de A Clash of Kings, que deve sair lá pelo ano que vem. Será que dessa vez rola texto em português brasileiro?

***

EDIT DE 25/08: AQUI vai uma palavrinha de Jorge Candeias, o tradutor da série, sobre o assunto discutido no blog.

EDIT DE 26/08: A Leya se pronunciou pelo twitter sobre a polêmcia. Veja AQUI, no blog da Lidiany, o Game of Thrones BR.

EDIT DE 13/10: O leitor Jorge Rodrigues enviou uma mensagem ao departamento de marketing da Leya relatando o caso e recebeu a seguinte resposta:

Resposta do sr. Leo Dias do departamento de Marketing da editora Leya:

“Só para esclarecimento utilizamos a versão portuguesa por ter sido muito elogiada. Utilizamos o novo acordo ortográfico para fazer as adaptações tentado deixar o texto mais agradável possível para a leitura. Estamos tomando mais cuidado com o próximo livro que lançaremos ano que vem. Estou recebendo diversos e-mails como o seu e como em todos peço que se puder fazer a gentileza de nos apontar os “erros” ajudaria-nos a corrigi-los.”

Bom, acho que esse post é meio sobre isso, né?

O problema não é a qualidade da tradução. Ela é realmente ótima. É a inadequação ao local. E o mais importante, que é o que eu queria desde o começo com esse post, são duas coisas: 1) mostrar que nós, como consumidores, não aceitamos qualquer coisa – que editora não faz favor em traduzir livro, mas vende um produto; e 2) depois dessa conscientização, exigir que façam um trabalho melhor no próximo livro.

Além disso, “acordo ortográfico” não altera vocabulário. No Brasil meninos continuam sendo meninos, em Portugal rapazes continuam sendo rapazes. No Brasil o inverno está chegando, em Portugal o inverno está a chegar. E isso acordo ortográfico algum vai ser capaz de mudar – língua é construção e história, não canetada.

Fora que é muito fácil para a Leya jogar a batata quente para o tradutor. A versão portuguesa foi muito elogiada porque é boa mesmo, mas pela milésima vez, o problema não é esse, é a falta de adequação/identificação com o português brasileiro.

É isso.

Até a próxima, com um texto menos irado, espero!

Geralmente não peço para divulgarem os posts, mas deem uma forcinha de passar o link desse para seus contatos!

Os Portões de Roma – Conn Iggulden

Ficção histórica é um gênero que eu assisto mais do que leio – gosto bastante das minisséries que a Globo faz de vez em quando, de filmes e de seriados como o excelente Roma ou The Tudors. E gosto de ler ficção histórica também, quando sou atraída pela temática.

Só que esse é um dos gêneros literários mais difíceis de desenvolver, por exigir uma pesquisa quase acadêmica e também, ao se tratar de personalidades históricas reais. É complicado fazer ficção histórica sobre personagens que existiram mesmo – basta abrir um livro de história e todos os grandes feitos de sua vida estarão lá: as batalhas vencidas e perdidas, as conquistas, realizações, problemas pessoais, amantes, filhos… A coisa complica ainda mais quando a linha que separa o homem e o mito é tênue e sua história pessoal já foi contada e recontada muitas vezes.

Conn Iggulden então se arrisca a fazer um romance histórico baseado na vida daquele que talvez seja o romano mais conhecido de todos: Júlio César. Todo mundo conhece as clássicas frases “alea jacta est” (uma preferida pessoal), “veni, vidi, vici” ou “tu quolque, Brutus?”, atribuídas a ele. Todos sabem que ele foi amante de Cleópatra, a rainha egípcia. Todos sabem que ele jogou a semente para o fim da República e o começo do Império Romano. Todos sabem que foi assassinado no Senado, por seus iguais. Então como recontar de forma interessante o que é bem conhecido por todos?

O autor resolve contar essa história numa série de livros chamada O Imperador e o primeiro deles, Os Portões de Roma, trata dos primeiros anos de Júlio César, da infância até quando ele se torna adulto.

É a história de duas crianças, Caio (de Caio Júlio César, ou Gaius Julius Caesar, como preferirem, seguindo a convenção romana de nomes), herdeiro de um rico senador romano, e de seu amiguinho de infância, criado por sua família após o abandono da mãe, Marco (apesar da homonímia e ao contrário do que acreditei a princípio, NÃO se trata de Marco Antônio). Ambos tem a mesma idade e são os melhores amigos e companheiros um do outro, brincando, enfrentando os valentões e aprendendo sobre a vida.

Claro que para fins de narrativa muitos fatos históricos precisam ser ligeiramente alterados ou mesmo suprimidos (apesar de que Caio filho único é meio complicado quando se sabe que Otávio, seu herdeiro político, era neto de sua irmã) e há o compromisso com os fatos tão conhecidos da vida da personalidade em questão (preocupação que Bernard Cornwell não precisa ter ao falar da vida de pessoas comuns, ainda que transitem entre personagens históricos, ou, para ficar na onda romana que abateu-se sobre este blog, o brasileiro Max Mallmann em seu mais recente livro).

Sobre Marco (que é uma dessas mudanças nos fatos históricos para fins de narrativa, já que ele era mais novo do que Júlio César na história oficial – e, de acordo com algumas fofocas antigas, seu bastardo), ao contrário de seu amigo bem nascido Caio, recai o estigma da pobreza, do abandono e da falta de herança. Se tudo será fácil para o rico herdeiro, para ele o mundo está de costas. Essas diferenças começam a se ressaltar no treinamento físico e militar de ambos: o duro mestre de lutas fará questão de ressaltar que os dois garotos não são iguais – e a dualidade de Marco o tornará o melhor personagem do livro. Para quem tem saudades dos quadrinhos, em especial dos mangás shonen, Marco parece um desses garotos tocados pela arrogância da juventude com um sorriso no rosto, olhos brilhantes e linhas de ação – e seu mestre também lembra muito os mestres durões que esses garotos encontram em suas histórias. E, sinceramente para mim, sua plotline que inclui lutas, navios, duelos, atrevimento e ousadia é bem mais interessante do que a do jovem nobre treinado para a política Caio.

Inclusive, a única parte realmente maçante do livro é quando Caio chega em Roma para viver com seu tio Mário. A rotina burocrática de Roma não é interessante como o treinamento e a vida de moleques, mas logo a intriga vira guerra e as aventuras recomeçam. Mesmo Caio, quando deixa os tempos de menino e se torna Júlio César, se torna um personagem mais interessante, ainda que sempre pareça ciente do destino que o alcançará.

Mas fora isso e o fato de que Caio e Marco nunca parecerem em perigo, é um livro interessante, que empolga na leitura e faz lembrar os quadrinhos de garotos atrevidos e aventureiros. Nesse ponto, achei o livro MUITO mais simpático do que os que li do Bernard Cornwell e fiquei sinceramente curiosa para ler os volumes que se seguem e ver de qual forma o autor vai continuar a contar a história da vida deste grande homem e mito.

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E se você TAMBÉM quer ler este livro, clique AQUI e concorra no sorteio do blog!

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Se você quer um livro autografado pelo Conn Iggulden mas não pôde comparecer à Bienal, existem alguns exemplares à disposição na Livraria Cultura by Record no Conjunto Nacional e na Livraria da Vila do Shopping Cidade Jardim, ambos em São Paulo!

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(p.s.: Quem aí quer resenha da série Roma? Animo a fazer, mas vai depender da demanda :P)

Boletim Leitura Escrita #2

E a Bienal do Livro de São Paulo começa hoje! Estandes e editoras prontos para começar a maratona, logo escritores e público também estarão presentes para aproveitarem a programação!

Claro, além da venda de livros, autógrafos e fotinhas, a programação cultural da Bienal está bem interessante, vale conferir.

E reforço aqui o convite já feito!

Vários autores vão comparecer para fazer palestras e, claro, receber o carinho de seus fãs. Dentre eles, Conn Iggulden, autor das séries de ficção histórica O Imperador, que retrata a vida de Júlio César, O Conquistador, sobre Gêngis Khan, e também do simpático O Livro Perigoso para Garotos, que saíram no Brasil pela Editora Record.

Ele estará autografando livros entre os dias 13 e 16 de agosto, então fiquem de olho!

Além disso, no dia 13 de agosto, às 17h, no Salão das Ideias, Conn Igulden fará uma palestra sobre ficção fantástica.

E ainda no dia 16 de agosto, às 15h, ele fará uma palestra sobre O Livro Perigoso Para Garotos.

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Além da Bienal do Livro, vem aí, nos dias 27 a 29 de agosto, o IV Fantasticon. Trata-se de um simpósio de literatura fantástica que reune autores, editores e leitores do gênero, que ocorrerá na biblioteca municipal Viriato Correa. É um ponto de encontro legal para os autores, leitores e curiosos, além de promover discussões pertinentes e interessantes.

Confiram a programação do evento no site oficial.

E, claro, serão lançados vááááários livros no evento! O site Diário Lunar teve o trabalho hercúleo de reunir nomes, sinopses e capas de todos eles – e tem muita coisa boa, para todos os gostos! Não vou falar de todos para não cometer injustiças, mas vale destacar o relançamento de Duna, que É um must-read difícil de encontrar. Vale conferir.

FANTASTICON 2010

27 a 29 de agosto

BIBLIOTECA PÚBLICA VIRIATO CORRÊA

Rua Sena Madureira, 298 – Vila Mariana – 04021-050 São Paulo – SP
Tel.: 11 5573-4017 e 11 5574-0389

ENTRADA FRANCA

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Até a próxima!

Lembrando que a promoção Conn Iggulden continua AQUI!

13 de agosto: Dia do Vampiro!

Dia 13 de agosto (nota para simbologia dupla da data!) é o dia do vampiro, data oficialmente reconhecida na cidade de São Paulo e também comemorada mundo afora.

Além da homenagem aos nossos pares de presas prediletos, a querida Liz Vamp, já há alguns anos, aproveita a data para uma campanha de incentivo à doação de sangue, além da liberdade de expressão e criação artística.

Em São Paulo, o dia será comemorado com uma reunião no vão livre do MASP, às 10:00 horas, que seguirá para a doação de sangue no Hemocentro Pró-Sangue. Mais informações AQUI (e se você está em São Paulo, vale dar uma passadinha)

Se você não está em São Paulo, poderá doar sangue comparecendo ao hemocentro mais próximo!

Todas as pessoas com mais de 18 anos e menos de 60 podem doar sangue, desde que sejam observados os seguinte requisitos:

Tenha entre 18 e 60 anos;
– Pese mais de 50 quilos;
– Não esteja grávida;
– Já tenha se passado pelo menos 3 meses do último parto ou aborto;
– Não tenha tido Doença de Chagas ou contato com o inseto Barbeiro;
– Não tenha tido malária ou estado em região de malária nos últimos 6 meses;
– Não tenha hepatite ou sífilis;
– Não seja Epilético;
– Tenha doado sangue há mais de 60 dias (homem) ou 90 dias (mulher);
– Não tenha ingerido bebida alcoólica nas 24 horas que antecedem a doação;
– Tenha dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas;
– Não tenha feito tatuagens ou piercings no último ano;
– Não tenha feito endoscopia nos últimos seis meses.

Doar sangue não dói (já doei, posso confirmar), você se recupera rapidamente e ainda é motivo para ter dispensa do trabalho naquele dia. Podendo, dê uma forcinha e algumas gotinhas do sangue vermelho, quentinho e gostoso que certamente corre nas suas veias para outras pessoas! 🙂

Algumas informações adicionais AQUI.

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Até a próxima!

Lembrando que a promoção e o convite para a participação de Conn Iggulden na Bienal estão correndo AQUI!

Conn Iggulden na Bienal de São Paulo!

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que é o maior evento literário do Brasil, está chegando! Ela vai acontecer entre os dias 12 e 22 de agosto, no Anhembi. É o lugar para encontrar as pessoas, ficar de olho nas últimas novidades, comprar livros com descontinhos bacanas e participar das várias atividades propostas. Se essa blogueira pude$$e comparecer, certamente estaria lá esse ano. Para quem gosta de livros, é um programa para lá de recomendado. Esse ano pude comparecer à Bienal de BH e foi uma experiência bem legal (além dos ingressos não pesarem no bolso de ninguém, como vocês podem ver no site).

Vários autores vão comparecer para fazer palestras e, claro, receber o carinho de seus fãs. Dentre eles, Conn Iggulden, autor das séries de ficção histórica O Imperador, que retrata a vida de Júlio César, O Conquistador, sobre Gêngis Khan, e também do simpático O Livro Perigoso para Garotos, que saíram no Brasil pela Editora Record.

Ele estará autografando livros entre os dias 13 e 16 de agosto, então fiquem de olho!

Além disso, no dia 13 de agosto, às 17h, no Salão das Ideias, Conn Igulden fará uma palestra sobre ficção fantástica.

E ainda no dia 16 de agosto, às 15h, ele fará uma palestra sobre O Livro Perigoso Para Garotos.

Vale conferir!!!

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E ta-daaaaaa!!!!

Numa parceria do Leitura Escrita com a Editora Record, tem mais Conn Iggulden para vocês!

Vamos sortear um exemplar do livro Os Portões de Roma, primeiro da série O Imperador, para um dos meus leitores!

Deixe seu nome e e-mail para contato nos comentários até o dia 26/08, às 23:59 (horário de Brasília)! O sorteio será realizado através do site random.org. Boa sorte a todos!

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