Salò ou Os 120 Dias de Sodoma

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(ATENÇÃO: esse post tem trigger warning. É sobre uma obra EXTREMAMENTE perturbadora. Tipo, mesmo. Tipo, mesmo, mesmo. Então se não quiser ler tudo bem, também, volte aqui amanhã que colocarei uma resenha de uma obra mais agradável).

Então.

Quando se faz uma resenha, a função primária é falar um “confira por você” sobre aquela obra, nem que seja para conversar sobre ela depois. Pelo menos é o que tenho na minha cabeça: quero dividir as coisas legais que leio com outras pessoas, criticar as que achei ruins ou mesmo tirar uma onda com livros que sei estarem despertando a curiosidade do meu círculo de amigos.

 A resenha de hoje é meio diferente… Na verdade, é só um texto que quis escrever, sobre a experiência de assistir ao citado filme. Sei lá, não recomendo que você, leitor, veja. E nem falo isso por psicologia reversa não, é um filme que não recomendo, simplesmente. Só se você gostar muito do assunto ou quiser passar por essa… experiência.

 E por que fui cair nesse filme? Dia desses circulou uma lista de filmes perturbadores. Não posso com filmes de violência gráfica, passo muito mal, não é para mim, mas ainda assim vi a descrição, vi que não era exatamente gráfico, aí fui ver se tinha o filme no youtube e acabei assistindo.

 E, cara. Cara.

 Como disse, não é um filme exatamente gráfico, tanto no sexo quanto na violência. Tem nus frontais o tempo todo, uma cena mais tensa pra lá e pra cá (exceto o final, porque no final o diretor abre o baú do gore), mas a título de comparação a terceira temporada de Game of Thrones é mais gráfica.

 Só que esse é o filme mais perturbador que já vi na minha vida. Saí dele passando mal, com um nervoso e uma angústia que não consigo definir, e levei alguns dias para me recuperar.

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